01
Mercado financeiro
2006–2014Economista de formação, passou por assets, wealth management, family office e private banking. Chegou a gerente private em um grande banco nacional e depois se tornou sócio de uma gestora independente.
O que ficou é uma lente: ler valor e risco pela ótica de quem aloca capital e responde por ele. É a mesma que a CARIS Ventures usa para avaliar uma participação.
02
O recomeço na indústria
2014A decisão foi deliberada e cara: sair do mercado financeiro para a economia real e recomeçar dentro de uma indústria, como analista de planejamento financeiro.
Em dois anos, Controller — planejamento, custos, contábil, fiscal e controladoria. Formou-se também contador, somando ao MBA em Gestão Financeira pela FGV.
O que essa fase ensina não se aprende de fora: a diferença entre analisar um negócio e ser responsável por ele.
03
O turnaround
Uma indústria de embalagens com faturamento acima de R$ 1 bilhão, sob estresse financeiro severo, devolvida à rentabilidade e vendida a um player estratégico global do setor.
Foi trabalho de um time, não de uma pessoa. A contribuição dele veio da controladoria: o custo padrão como referência comum entre fábrica, comercial e financeiro; o pricing trazido para o financeiro; a rentabilidade medida cliente a cliente; e o capital de giro destravado.
É daqui que vêm as linhas de serviço da CARIS Performance. Elas não foram inventadas para um site.
04
Integração com a operação
O que virou o jogo não foi um modelo financeiro. Foi o custo padrão deixar de ser um número da controladoria e virar linguagem comum entre indústria, comercial e financeiro — e a rotina de gestão que perseguia esse padrão, fábrica a fábrica.
É daí que vem a recusa da CARIS em entregar recomendação à distância. Número só vira resultado quando alguém opera com ele todo dia.
05
Gestão e pessoas
Construção e desenvolvimento de times financeiros ao longo da carreira, e gosto declarado por recrutamento — origem da CARIS Search.
A diferenciação da prática nasce daí: avaliar tecnicamente o que a pessoa vai precisar entregar só é possível para quem já contratou para aquelas funções e já respondeu por elas.
06
M&A e valuation
Lado vendedor na venda daquela indústria a um player estratégico global. E, em situação independente, a avaliação e a estruturação da venda de um negócio de serviços, levado a mercado e vendido.
É onde a criação de valor deixa de ser argumento e vira preço.
07
Empreendedorismo
hojeSaída do mundo corporativo para abrir frentes próprias. Entre elas, a aquisição de uma operação de varejo com rentabilidade abaixo do potencial — exatamente o cenário que a CARIS Performance descreve, agora com capital próprio em risco.
A CARIS não fala do lado de fora. Está no mesmo lugar do cliente.