CARIS Ventures
Investimos onde podemos contribuir além do capital.
Atuação seletiva como parceira de negócios, em situações nas quais identificamos potencial de criação de valor e onde nossa experiência, capacidade de execução e rede possam contribuir diretamente.
A natureza da participação
Não somos um fundo de investimento — somos sócios de poucos negócios por vez.
Não temos mandato para alocar, tese setorial a preencher nem meta de número de operações.
A decisão de entrar em um negócio decorre de compreender profundamente aquele negócio, as pessoas e as oportunidades — e isso leva tempo, o que naturalmente limita quantas vezes acontece. Ventures é a exceção da CARIS, não o padrão.
Critérios
Quatro coisas precisam ser verdade ao mesmo tempo.
Os quatro são cumulativos: se um deles não estiver presente, a resposta é não. E dizer não rápido é parte do respeito por quem procurou.
O problema é de execução, não de mercado
Negócios com demanda real e resultado abaixo do potencial. Onde falta mercado, capital sozinho não resolve.
Nossa experiência muda o resultado
Se o que o negócio precisa está fora do que sabemos fazer, dinheiro sozinho não nos torna o sócio certo.
Há acesso e confiança para trabalhar junto
Participação ativa exige entrar na operação. Sem abertura para isso, a tese não se sustenta.
O tamanho comporta atenção sênior
Poucos compromissos por vez. É o que permite estar presente de verdade em cada um.
Formas possíveis
- Participação societária
- Coinvestimento
- Partnership com empresários
- Conversão de parte da remuneração em participação
- Aquisição de negócios
- Estruturas ligadas à geração futura de valor
Performance gera oportunidades para Ventures. Ventures usa os métodos da Performance para acelerar a transformação das empresas em que entra. Na prática, quase toda conversa de Ventures começa como uma conversa de Performance.